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Viajar traz mais felicidade que casar. Você concorda com essa pesquisa?

Se você pudesse escolher entre casar ou viajar, pensando no que fosse te trazer mais felicidade, o que você escolheria?

O Site http://www.contioutra.com traz inúmeros artigos interessantes, contudo, o que mais chamou minha atenção foi este sobre Viagens X Casamento.

Soou engraçado? Mas o assunto é sério mesmo!

Acessem o link abaixo e confiram, espero que apreciem (com ou sem moderação).

Viajar traz mais felicidade que casar

Abraços

 

 

 

https://www.contioutra.com/viajar-traz-mais-felicidade-que-casar-voce-concorda-com-essa-pesquisa/

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Interessante!

Navegando pelas “águas” da internet, encontrei o site psicologiasdobrasil (www.psicologiasdobrasil.com.br) que, por sinal, me chamou a atenção pelos diversos temas abordados e, ainda, por suas constantes atualizações.

Como um admirador que sou de Rubem Alves, não poderia deixar de mencionar seu pequeno grande (isso mesmo) texto intitulado “Os grandes contra os pequenos”.

Um texto verdadeiro, que nos mostra através de um linguajar simples, característica de Rubem Alves, os absurdos cometidos por nossas escolas no Brasil.

Querem ler? Pois bem, acessem o link abaixo e tenham uma boa leitura.

https://www.psicologiasdobrasil.com.br/os-grandes-contra-os-pequenos-um-texto-triste-atual-e-preocupante-de-rubem-alves/

Um abraço!

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O desafio de usar a tecnologia nas Salas de Aula

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A tecnologia está presente em todos os momentos de nossa vida, mesmo que direta ou indiretamente, isso é fato.

Em se tratando de educação, algumas escolas passaram a investir em inovações tecnológicas, seja por meio de aquisição de lousas digitais, projetores multimídias, computadores e até mesmo livros digitais, e tais aquisições passam a fazer parte do marketing dessas escolas, o que não deixa de ser louvável, contudo, preocupante.

Preocupante…como assim?

Bem, as escolas não devem simplesmente fazer aquisições desses dispositivos, devem também possuir um plano ou projeto quanto ao uso desses recursos, tanto pelos professores quanto pelos alunos.

No tocante aos professores, e é aí que mora a questão, se não estiverem devidamente preparados para manusear ferramentas de ensino nesses equipamentos tecnológicos, ou seja, nesses recursos, podem acabar tendo decepções que os desanimem e os façam optar por voltar aos métodos tradicionais de ensino.

Uma pergunta que não quer calar: será que o fato de um professor utilizar recursos tecnológicos em suas aulas significa garantia de um ensino eficiente?

De nada adianta uma sala de aula estar dotada de equipamentos de ponta, como projetor multimídia, telão, conexão wifi, alunos com tablets ou notebooks, por exemplo, se o professor “der” sua aula aos moldes tradicionais, com alunos enfileirados em suas carteiras e virados para a lousa ou tela de projeção.

Para tanto, o professor deve buscar inovar suas aulas utilizando, por exemplo, técnicas como a sala de aula invertida, organizando grupos de debates, buscando incentivar nos alunos o despertar pela construção do conhecimento, sendo o professor um norteador, um orientador neste processo.

Finalizando, a adoção de tecnologias para o ensino não deixa de ser um avanço para nossas escolas e alunos, isso é louvável, mas o que fará toda a diferença, na verdade, é o preparo do profissional da educação, ou seja, o investimento em formação, no treinamento e no repasse de informações acerca do uso de tais tecnologias.

Acredito no uso das Tics na Educação, mas preparo do professor é preponderante.

Até o próximo post.

O que é ser um professor equilibrado emocionalmente?

Extraído da revista Psicologias do Brasil

Por Emanuel Machado

Muitos anos atrás, participando de uma mesa redonda sobre educação, escutei Rubem Alves afirmando categoricamente: “Há uma única condição para alguém ser um bom professor; que ele ame. Quem ama sabe ensinar.” Nunca mais esqueci do que ouvi e sempre que posso retorno ao tema. Claro que sei que muitas objeções, vindas de todos os lados, podem ser feitas. Afinal, o que é o amor? A que tipo de amor o famoso pedagogo e psicanalista estava se referindo? Como alguém com uma função aparentemente tão específica, como a do professor, hoje, pode amar?

Na tradição filosófica ocidental, temos a afirmação aristotélica, depois repensada por muitos, de que amar é desejar o bem do outro. Certamente, quem educa deve estar preocupado em formar o aluno para o bem-estar social, a convivência, a ética, os valores, o exercício pleno da cidadania e a felicidade. Se fizer isso, estará cumprindo seu papel. Mas todos nós sabemos que, dentro das conjunturas atuais – a desestruturação do modelo familiar patriarcal; novos modelos de família; novos paradigmas; novas ideologias; o consumismo; o hedonismo; o individualismo exacerbados –, não é fácil amar; não é fácil educar.

Vivemos num sistema educacional em que pesa mais a quantidade do que a qualidade. Há um excesso de conteúdo nos programas escolares que será cobrado no Enem, nos vestibulares, nos concursos. Há pouco tempo para reflexões maiores em sala de aula. Há uma perda enorme da participação dos pais na educação dos filhos, que os impede de cobrar o que deveriam cobrar. Pesa a responsabilidade da escola e do professor que tem de fazer as vezes de pai, de mãe, de psicólogo, de assistente social e por aí vai. Muitas avaliações a serem feitas. Projetos. Eventos. Demandas. E – dentro disso tudo – o professor deve educar; deve amar. Deve ser emocionalmente equilibrado.

Isso pede também uma contínua autoavaliação. Avaliar a sua forma de agir dentro e fora da sala de aula, nos demais espaços escolares. O professor é visto como modelo, seja consciente ouinconscientemente. O aluno o admira ou o odeia. Vai imitá-lo ou caricaturá-lo. Vai prestar atenção no seu discurso. No seu estado de espírito. No humor, na agressividade ou na gentileza que traz para suas aulas. Tentará perceber se o professor é coerente; se discrimina alunos, pessoas ou grupos. Se demonstra ser o dono da verdade ou se dialoga, aponta caminhos, ensina o aluno a pensar, a refletir, a criar sua própria síntese.

O professor que quiser cumprir o seu papel apenas burocraticamente seguindo as regras e ganhando seu sustento está fadado ao fracasso. Em nosso país, a educação não é valorizada; o professor não ganha bem. O melhor retorno é o afetivo para quem sabe construir (e, assim, ensinar a fazer) boas relações. O aluno aprende mais; dedica-se mais ao professor que ele ama; ao professor que ele percebe que o ama. O professor que entende suas demandas de criança, adolescente ou jovem. Que sabe dizer sim e sabe dizer não. Impõe limites claros e não leva nada para o lado pessoal; não se vinga; não o constrange.

Mas o professor ainda tem a obrigação de conhecer profundamente a sua matéria e saber ensiná-la. Metodologias próprias. Didática. Criar estímulos. Levar o aluno pela fascinante aventura do simbólico e do imaginário; do conhecimento e da cultura. Saber avaliar, saber cobrar, saber tirar dúvidas. Ter uma paciência enorme com os mais fracos. Mudar sempre que percebe que não está atingindo o aluno; que muitos são reprovados; que muitos não aprendem, não se interessam. Não ficar satisfeito com o resultado negativo e muito menos achar que isso o faz ser um bom professor. Os resultados dos seus alunos são o seu próprio resultado, da mesma forma que filhos são espelhos da educação (ou ausência de educação) dos pais.

O professor não deveria poder reprovar. Reprovar é uma forma de discriminar. É dizer: esse aqui presta pra coisa; aquele ali não. Por isso a avaliação deveria ser processual de fato e não apenas no bla-bla-blá pedagógico. Instrumentos de avaliação deveriam extrapolar os medíocres limites de testes e provas. Infelizmente, ainda se mede conhecimento com números. De novo, quantidade. Aspectos qualitativos, emocionais, múltiplas inteligências deveriam ser contemplados na avaliação desde o início e não apenas em conselhos de classe.  O professor precisa ser um facilitador do que em Psicanálise chamamos de simbolização. Introduzir cada vez mais profundamente o aluno no simbólico. Ensiná-lo a ser e a expressar-se. Sustentar o desejo de ser feliz de verdade. Na verdade, só se consegue ser um bom professor, um professor equilibrado emocionalmente, aquele sujeito que conheceu a si mesmo na incrível experiência de uma Análise ou Psicoterapia que o fez atingir sua própria verdade e seu próprio desejo. Inclusive, o desejo de exercer a função de professor, numa sociedade que não o valoriza.

Tudo isso só tenta quem quer amar. Quem se arrisca. Amar é um risco. Porque sempre é como pular no escuro.

*O conteúdo do texto acima é de responsabilidade do autor e não necessariamente retrata a opinião da página e de seu editor.

“6 dicas de como ler mais e melhor” – Vale conferir! — O Bem Viver

Sexta-feira, fim de semana chegando, tempo livre para relaxar. Isso lembra algumas atividades fora da rotina normal, como viajar em um bom livro. Quem me acompanha por aqui percebe que sou ativo incentivador da leitura. O hábito de ler traz tantos benefícios que não preciso ficar repetindo. Funciona, por exemplo, até mesmo como terapia para o […]

via “6 dicas de como ler mais e melhor” – Vale conferir! — O Bem Viver

Prefere leitura rasa ou funda?

Excelente postagem da Darlene Dutra, que aborda a leitura, ou melhor, o hábito da leitura.

Em tempos de altíssima oferta de informações, dados  e outros atrativos,  os livros têm sido “jogados às traças”. Postergados.  Até esquecidos.   O rápido passar de olhos nos títulos ou em pequenos trechos tem sido um costume usual. Por vezes,  satisfazem os desejos das mentes.  Leituras rasas.  Curtas.  Todos passam por elas.

Falta tempo.  Dias corridos.  Compromissos inadiáveis.

Escolhas.

E a leitura, aquela  escolhida, necessária, detida? Essa fica na lista de pendências.  Lista de afazeres, quase nunca feitos.  Pense comigo.  Quais os últimos livros que você leu?  E por que leu?

Saborear o texto do outro. Buscar entender seu contexto. Compreender ideias. Pensar na sua lógica. Prazeres daqueles que curtem aprender com os outros.  Apreciam a diversidade e  a arte por detrás das palavras. Daqueles que gostam da “fundura”  (termo de um conhecido  escritor)  das coisas.

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Em há tanta disponibilidade!!  Excelentes e provocativas obras!!

Recentemente, junto com uma parceira (o que…

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